terça-feira, 6 de dezembro de 2011
" Livro com Cheiro a Chocolate" VII - "Os tesouros dão muito trabalho..."
O trabalho com o Livro com cheiro a chocolate continua, mas ainda não nos cansamos; pois nós gostamos muito de chocolate.
A história agora explorada foi "Os tesouros dão muito trabalho..." e aprendemos mais uma classe gramtical "Os verbos".
Ora vejam o que fizemos:
"Livro com Cheiro a Chocolate" VI - " A bruxa Lindinha e o bruxo Bonzão"
Com a história "A bruxa Lindinha e o bruxo Bonzão" recordamos a classe dos nomes e as subclasses.
Aprendemos que os nomes variam em grau (diminutivo, normal e aumentativo).
Nesta história a Alice Vieira brinca com os graus dos nomes.
No caderno fizemos uma lista de nomes nos diferentes graus e depois fizemos escrita criativa, que se chamou: "Uma viagem à terra do inho, inha, ão e ões".
A turma foi dividida em 4 grupos e cada um dos grupos fez a sua "viagem".
Primeiro tivemos que escrever uma lista de palavras terminadas com cada um dos sons (um som para cada grupo). Depois tivemos que escrever um texto engraçado utilizando essas palavras.
Ficaram textos muuto engraçados.
Ora vejam:
"Viagem à terra da inha"
Eu tenho uma gatinha
na casa da Renatinha
que até é lindinha.
A minha gatinha
come sopinha
na minha cozinha.
Eu levo-a à festinha
da minha vizinha
com a cadelinha.
Ela viu uma galinha
e partiu a jarrinha
que estava na salinha.
Uma engraçada ratinha
saiu da garrafinha
e roeu a minha roupinha.
naquela casinha
havia uma coelhinha
que tinha uma casaquinha.
Chegou uma bruxinha
com uma cestinha
que tinha uma bolinha.
Eu vi uma canetinha
desenhei uma pinha
em cima da mesinha.
A bruxa tinha uma caixinha
com uma borrachinha
num saco com farinha.
Acabou a festinha
e eu fiu sozinha
para a minha casinha
Bárbara, Samuel, Marco, Inês Isabel, Carina
"Viagem à terra do inho"
O João tomou banho com o vinho
e ficou com um problemazinho.
O meu irmão quer um animalzinho
que viu no caminho.
O bebé tem um cabelinho
que cresceu como o pelo do gatinho.
O Paulo é lindinho
e também é um bruxinho.
Na minha casa há um cãozinho
que á noite lê o jornalinho.
eu vi um ratinho lindinho
que calçava um sapatinho.
O meu cão velhinho
passeia de mão dada com um diabinho.
Renata, Rodrigo, Lino, Carolina
" Viagem à terra do ão"
Era uma vez um menino chamado João, que vivia num casarão e tinha um irmão. O seu irmão chamava-se Julião e eles adoravam o seu cão, cujo nome era Dragão.
Os meninos passavam o tempo a brincar aos polícias e ladrões com o seu cão. Eles estavam sempre a fazer um jogão de palavras terminadas em ão.
- Simão, feijão, melão... - dizia o João.
- Ladrão, coração, Japão, furacão... - respondia o Julião.
Um dia decidiram jogar ao pião porque fartaram-se de jogar ao ão. Mas, o jogo do pião terminou numa grande discussão.
- Eu jogo melhor que tu! - dizia o João.
- Oh! Até parece...Tu és muito espertalhão!- dizia o Julião, gozando com o irmão.
A mãe ouviu aquela discussão e aproximou-se.
- Acabem já com esta confusão, senão ficam sem televisão.
-Mãe...mas... - dizia o João.
- Não quero saber de discussões por causa de jogos.
Vão brincar com o vosso cão que é muito brincalhão.
E eles lá foram brincar e baixinho ouvia-se palavras terminadas em ão, mas desta vez faziam quadras:
O João adora come melão
e o Julião gosta de limão.
Um tem um grande coração
e o outro é muito brincalhão.
Margarida, José Maria, Victor, Daniel, Cátia, João Pedro Martins (Oficina MEL)
" Viagem à terra dos ões"
Brincadeiras com os "ões"
Brincadeiras com os "ões"
Nós fomos brincar com os cadernões
e fizemos desenhos de aviões.
Nós sonhamos com balões
que têm bonitos botões.
Os nossos novos casacões
têm belos medalhões
Nós temos uns gatos lindões
que parecem uns corações.
Os nossos lindos gatões
gostam de fazer canções.
Nós vimos uns camiões
que estavam cheios de limões.
As nossas classificações
foram vistas por uns bruxões.
Nós temos uns garrafões
que têm lá dentro anões.
Ana sofia, João Pedro Félix, Renato, Inês Filipa, Fernando
"Livro com cheiro a chocolate" V- "A bruxa Lindinha e o bruxo Bonzão"
Trabalhamos mais uma história do Livro com cheiro a chocolate, " A bruxa Lindinha e o Bruxo Bonzão".
Depois de termos lido a história escrevemos um texto, imaginando o que aconteceu na festa onde foram a Bruxa Lindinha e o Bruxo Bonzão.
Eis alguns textos:
Quando chegaram à festa a Bruxa Lindinha pensou que a festa ia ser um festão. A festa era muito confusa.
Lá havia batatas fritas, animais, bolos e muito mais coisas.
Dançaram, dançaram...
Também havia gatões, canzarrões, ratões e muitos mais animais.
No baile das bruxas a bruxa Lindinha esbarrou com um feiticeiro feioso que trazia um gato que se via os ossos; pois era muito magro.
Às 11 horas fizeram jogos, brincaram, comeram... Depois fizeram vestidos para os animais.
Chegou a meia noite acabou a festa.
Bárbara
Quando a bruxa Lindinha entrou no baile todasdas bruxas ficaram a olhar para o cão Mauzão e foram pô-lo no jardinzito. Depois a bruxa Lindinha começou a dançar com o bruxo Bonzão e o Mauzão ouvia a música. e também dançou. Ele estava muito feliz.
A bruxa Lindinha apresentou-se dizendo.
- Eu sou a bruxa Lindinha, dona do mauzão!
Todos ficaram espantados, bateram palmas e assim acabou a festa.
Ana Sofia
O bruxo Bonzão estava cheio de vergonha e não se sentia bem lá dentro e disse:
- Estou mais à vontade cá fora, não quero ir ao baile.
E a bruxca Lindinha achou muito estranho porque ele adorava festas e festões.Ela perguntou-lhe porque se sentia tão envergonhado e ele disse:
- Porque há tantas meninas!
- Tens vergonha de mim, sabes que eu soun igual às outras - disse a bruxa Lindinha.
- Está bem! Eu vou ao baille.
Eles entraram e só viam bruxinhas e bruxões a dançarem muito bem e começaram a fazer o mesmo.
O salão era enorme e levaram o cão lá para dentro.
O Mauzão só sabia dizer:
-Ão!Ão!
Ele era enorme e também um gulosão e até um trapalhão e ninguém o segurava.
Passado algumas horas resolveram comer qualquer coisa.
A bruxa lindinha comeu gelatina, o cão Mauzão comeu um gatarrão que andava por ali a passear e o bruxo Bonzão comeu um bifalhão.
Cansados e com sono, resolveram ir apara casa.
Fou um festão!
Renata
Naquela noite, a bruxa Lindinha foi à festa com o bruxo Bonzão e o seu canzarrão.
Quando entraram no grande salão, todas as bruxas, bruxinhas e bruxões dançavam maravilhosamente. Mas, começarama olhar para o canzarrão.
Uma bruxa muito feia aproximou-se e disse:
- De quem é este cão?
E a bruxinha respondeu:
-É meu!
- Oh! É muito grande, peludo e giro; contudo parece feroz!
-Não é... é, muito meigo, meiguinho e molengão, não faz mal a ninguém!
-É lindo, Lindinha! Um canzarrão Lindão! Vai haver um concurso para o animal mais bonitão! Desejo-te boa sorte!
No final da festa houve um concurso e o Bonzão, a Lindinha e o canzarrão Mauzão ganharam o prémio do animal mais bonito.
Margarida, Victor, Daniel, Cátia, José Maria e João Pedro Martins (oficina MEL)
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A lenda das Maias
As lendas são histórias que se contam, mas que não se sabe ao certo se são verdadeiras ou não.
No dia 23 de Maio é o dia do concelho de Portalegre porque foi nessa data que o rei D. João III elevou Portalegre à categoria de cidade. Como nesta altura do ano os campos estão cheios de malmequeres brancos e amarelos, é costume, durante as festas da cidade, as meninas vestirem-se de branco e enfeitarem-se com fios e pulseiras feitos destes malmequeres. Também costumam ver-se carroças enfeitadas a desfilar pelas ruas da cidade.
Relacionada com estas flores, também chamadas maias por darem flores no mês de Maio, é conhecida em Portalegre uma lenda, que é chamada a Lenda das Maias
A Lenda das Maias
Conta-se que há muito tempo morava nestas terras onde hoje se situa a cidade Portalegre um senhor chamado Lísias e que tinha uma filha chamada Amaia.
Amaia tinha um amigo de quem ela gostava muito, chamado Tobias e que era pastor.
Um dia, enquanto eles guardavam o gado nas margens do ribeiro do Baco que passava próximo, Amaia fazia lindos colares de malmequeres brancos e amarelos e Tobias tocava flauta.
Mas um dia apareceu junto deles um vagabundo que os assustou. Tobias, quando o viu fugiu e escondeu-se numa árvore, enquanto Amaia tentava dar-lhe água. Mas o vagabundo queria era fazer-lhes mal. Tobias tentou defender Amaia, mas foi morto. Amaia não conseguiu fugir e o vagabundo matou-a também.
Lísias, o pai de Amaia preocupado com a demora da filha foi ver se a encontrava, mas encontrou o corpo dela. Ficou tão triste que enlouqueceu.
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Visita à cidade de Portalegre - O que aprendemos
O castelo...
A porta de Devesa
A Sé
O que aprendemos na visita à cidade de Portalegre
- Os nossos antepassados guardavam a comida em silos, que são buracos que existiam nos castelos.
- Os soldados utilizavam uma arma chamada “besta”.
- Antigamente, como havia muitas guerras os reis mandavam construir castelos para proteção de todos.
- Em Portalegre há três monumentos que representam três épocas diferentes da história da cidade: o castelo, a Sé e a fábrica Robinson.
- A porta da Poterna também se chamava porta da Traição, porque estava escondida e nem todas as pessoas sabiam que ela exista.
- O altar – mor é o altar da capela principal da sé.
- A antiga rua Direita tinha este nome porque era a que ia diretamente para o castelo.
- Os castelos têm ameias que são os intervalos retangulares na parte superior das muralhas e que serviam para os soldados se protegerem.
- A Sé tem várias capelas.
- O castelo de Portalegre tem 3 torres, mas é a principal que é a torre de menagem.
- As torres do castelo serviam para os soldados verem os inimigos.
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A nossa visita à nossa cidade - Portalegre
A nossa visita à cidade de Portalegre
No dia 18 de novembro fomos fazer uma visita guiada à parte mais antiga da cidade de Portalegre.
Fomos no autocarro da Câmara Municipal, acompanhados pela nossa professora e pela professora Vitorina da oficina MIL.
A visita começou junto à igreja do Calvário onde estava à nossa espera a Célia, que foi a guia. A Célia pertence à Fundação Robinson e é especialista em História e foi ela que preparou o roteiro da visita.
A Célia começou por distribuir umas pranchetas a cada um, com as folhas das tarefas e o guião da visita.
Do Calvário observamos a vista da cidade e vimos três monumentos: a Sé, o castelo e a fábrica Robinson.
Começamos a nossa visita no Calvário e passamos junto à estátua de D.João III e paramos no início da antiga Rua Direita e atual Rua 5 de outubro. Aí a Célia deu algumas explicações sobre o nome da rua.
Seguimos pela Rua Direita até à muralha do castelo e a Célia falou-nos das portas, em especial da porta da Poterna ou da Traição. Pintamos o percurso já feito, num mapa da cidade antiga.
Entramos para a parte mais antiga da cidade por uma porta que existe na muralha. Depois saímos pela porta da Devesa, contornamos a muralha e fomos até ao Castelo. Visitamos o castelo e seguimos até à Sé. Na Sé observamos as capelas e em especial a capela principal com o altar-mor.
Saímos da Sé e seguimos em direção à fábrica Robinson, passando pela porta de Alegrete. Só observamos a fábrica da parte de fora, porque já não tivemos tempo. Ficou prometida uma visita só à fábrica.
Nesta visita aprendemos muitas coisas sobre a história da cidade de Portalegre. Foi uma visita muito interessante porque permitiu-nos entrar na máquina do tempo do passado de Portalegre.
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domingo, 4 de dezembro de 2011
Visita guiada à cidade de Portalegre - zona histórica
Pois é , finalmente fizemos a nossa visita à cidade de Portalegre. A chuva teimava em ser um obstáculo à nossa visita, mas no dia 18 de novembro a mesma concretizou-se.
A Célia recebeu-nos junto à igreja do Calvário, onde podemos admirar a fantástica vista da cidade.
Do Calvário avistam-se os três monumentos que marcam três momentos (épocas) da história de Portalegre : o castelo, a Sé Cadetral e a fábrica Robinson
A primeira paragem no início da antiga rua Direita, atual rua 5 de Outubro.
Mais uma paragem junto à muralha. Depois entramos supostamente pela porta da Poterna ou da Traição para a zona antiga da cidade.
Saída pela porta da Devesa.
Outra paragem avistando a porta da Devesa e mais umas explicações da Célia.
A entrada para a Barbacã ( é um muro junto à muralha, de menor altura do que esta, com a função de defesa onde era oferecida a primeira resistência ao agressor).
Continuando o percurso e desta vez a caminho do castelo.
Entrada para o Castelo.
No interior do castelo.
No interior do castelo.
Em frente à Sé Catedral.
A caminho da fábrica Robinson , saindo da zonha histórica pelas portas de Alegrete.
No exterior da fábrica Robinson, avistando as suas imponentes chaminés.
A Célia recebeu-nos junto à igreja do Calvário, onde podemos admirar a fantástica vista da cidade.
Do Calvário avistam-se os três monumentos que marcam três momentos (épocas) da história de Portalegre : o castelo, a Sé Cadetral e a fábrica Robinson
A primeira paragem no início da antiga rua Direita, atual rua 5 de Outubro.
Mais uma paragem junto à muralha. Depois entramos supostamente pela porta da Poterna ou da Traição para a zona antiga da cidade.
Saída pela porta da Devesa.
Outra paragem avistando a porta da Devesa e mais umas explicações da Célia.
A entrada para a Barbacã ( é um muro junto à muralha, de menor altura do que esta, com a função de defesa onde era oferecida a primeira resistência ao agressor).
Continuando o percurso e desta vez a caminho do castelo.
Entrada para o Castelo.
No interior do castelo.
No interior do castelo.
Em frente à Sé Catedral.
A caminho da fábrica Robinson , saindo da zonha histórica pelas portas de Alegrete.
No exterior da fábrica Robinson, avistando as suas imponentes chaminés.
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